Meu vazio me preenche com medos novos
Temo alucinante velocidade dos nossos tempos
Temo a irreflexão que traz discórdia e desespero
Temo as fugas instantâneas e mal sucedidas
Temo a solidão acompanhada,
Temo a desconfiança que me leva o sono
Temo as aspas que fazem outros falarem por mim
Temo os temerários e, também os covardes,
Temo a falta de criação
Temo a comida
Temo o “progresso”
Mas não mais temo a morte
Porém, temo o enfraquecimento da vontade de viver...
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Adorei, Thales.
ResponderExcluirThales, vc me permitiria publicar sua poesia no meu blog, (com os devidos créditos, claro.) ?? Ela define exatamente o que eu penso. Bjs e bom restinho de semana.
ResponderExcluirEi, só saiu uma parte do meu comentário... que é isso????
ResponderExcluirOpa!! Claro que permito. Seria uma honra pra mim!
ResponderExcluirObrigado pela visita.
Eu tb temo, e muito viu.
ResponderExcluircurti.
bem.
Thales você é um poeta de verdade. E dos grandes. Perto de você sou apenas um pobre amador apaixonado, um aprendiz.
ResponderExcluirGrandes poesias. Abraços. Paz e bem.
Discordo totalmente Cacá, vc é q é um grande poeta! fico perplexo qnd te leio. Valeu pela visita, e espero seguir teu exemplo
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